Capina Química
A capina química ou saneamento vegetal é a atividade original da APAW desinfestações, que a partir do ano de 1990 introduziu esta prática no Rio Grande do Sul, desenvolvendo conhecimentos técnicos práticos para a solução de problemas de saneamento urbano. Destacando-se no mercado pela prestação desses serviços. A qualidade dos serviços e credibilidade na realização dessa atividade abriram as portas para outros mercados como o de controle de pragas de grãos armazenados e pragas urbanas.
Capina Química ou Saneamento Vegetal (URBANO).
Controle químico da vegetação urbana ou prática de saneamento vegetal urbano ou capina química consiste na eliminação da vegetação indesejada, através do uso de produtos químicos denominados herbicidas.
Plantas daninhas são plantas que estão em local não desejado, causando problemas de ordem social, sanitária ou paisagística, necessitando de controle. Estas plantas podem estar em locais como pátios, terrenos baldios, meio-fio de calçadas, calçamento de industrias, arruamentos pavimentados urbanas ou área de risco como subestações de energia elétricas, aceiros tubovias, leito ferroviário ou áreas de dominio, onde se faz necessário o contorle de plantas invasoras.
- Cuidados para evitar intoxicações e contaminação ambiental:
1. Realizar o serviço com empresas idôneas, experientes e legalmente habilitadas;
2. Solicitar identificação da empresa contratada e de seu técnico responsável, bem como seus registros no órgão competente (CREA);
3. Utilizar somente produtos recomendados por técnico responsável e registrado no órgão federal competente e cadastrado previamente na FEPAM, atendendo as normas pertinentes;
4. Acompanhar o POP (Procedimento Operacional Padrão) fornecido pela empresa contratada, onde consta as técnicas a serem executadas, periodicidade de aplicação, período de intervalo de segurança, medidas de segurança para pessoas e animais, bem como registro dos funcionários que executaram a atividade e documentos a serem fornecidos;
5. Utilizar a dose técnica recomendada pelo fabricante, disponível no rótulo e ficha técnica do produto;
6. Aplicar somente nos locais onde se fizer necessário, com a prévia identificação destes em croquis;
7. Utilizar equipamentos calibrados, sem vazamentos;
8. Utilizar os equipamentos de proteção individual (EPI), indicados na FISPQ dos produtos a serem utilizados;
9. Destinação correta das embalagens vazias, conforme legislação, evitando contaminação ambiental;
10. Realizar a tríplice lavagem das embalagens, aproveitando a água resultante desta em caldas para posterior aplicação;
Embalagem: avulso